247 – A defesa do ex-presidente Fernando Collor enviou uma manifestação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que o desligamento da tornozeleira eletrônica, no dia 2 de maio deste ano, não foi intencional.
O dispositivo ficou desligado por cerca de 36 horas. A defesa pediu que o ex-parlamentar não vá para a cadeia e continue em prisão domiciliar.
O ex-presidente foi condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro em desdobramento da Lava Jato. Collor está detido em regime domiciliar desde maio deste ano.
“Não há qualquer razão plausível para se cogitar que o peticionante [Collor], beneficiado com a prisão domiciliar humanitária, descumpriria intencionalmente as medidas cautelares já no primeiro dia. O caso, com todo o respeito, não passou de um incidente involuntário, decorrente de informações truncadas repassadas ao monitorado”, afirmou a defesa.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão