O Brasil não pode mais tolerar a ação de organizações criminosas disfarçadas de “ambientalistas”. A invasão da sede da JBS e de sua assembleia de acionistas pelo Greenpeace não foi um ato de protesto legítimo, mas um ato de terrorismo econômico, destinado a sabotar uma das maiores empresas brasileiras, líder global na exportação de proteínas. Essa ação escancara o verdadeiro objetivo do Greenpeace: servir a interesses estrangeiros que buscam enfraquecer o Brasil e suas empresas competitivas no cenário internacional.
Não é coincidência que o Greenpeace ataque justamente companhias brasileiras que ameaçam a hegemonia de corporações estrangeiras, especialmente norte-americanas. A estratégia é clara: criar crises de imagem, pressionar investidores e desestabilizar empresas nacionais, abrindo espaço para grupos internacionais. Agora, o alvo é a JBS, uma empresa que coloca o Brasil na liderança do agronegócio mundial.
A mesma tática suja é usada contra a Petrobras, com o Greenpeace fazendo campanha histérica contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial. O objetivo não é “proteger o meio ambiente”, mas impedir o Brasil de consolidar sua soberania energética e de gerar recursos essenciais para a transição ecológica e o desenvolvimento da Amazônia. Querem nos manter reféns de potências que temem nossa capacidade de crescimento.
O Greenpeace não passa de um braço ideológico de forças externas que não aceitam um Brasil forte e independente. Suas ações criminosas devem ser tratadas com rigor, e a sociedade precisa enxergar: não são defensores da natureza, são inimigos do progresso nacional, que é condição necessária para a efetiva defesa do meio ambiente. Chega de terrorismo disfarçado de ativismo. O Brasil não se curvará a esses interesses escusos.
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