Presidente do TCU diz ter convicção do comprometimento de Dilma com a ética

Durante discurso de posse, o novo presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Aroldo Cedraz, disse, em relação à presidente, que está convicto "de sua seriedade e comprometimento com os mais altos valores éticos necessários para resgatar a confiança da sociedade e do mercado no país"

Durante discurso de posse, o novo presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Aroldo Cedraz, disse, em relação à presidente, que está convicto "de sua seriedade e comprometimento com os mais altos valores éticos necessários para resgatar a confiança da sociedade e do mercado no país"
Durante discurso de posse, o novo presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Aroldo Cedraz, disse, em relação à presidente, que está convicto "de sua seriedade e comprometimento com os mais altos valores éticos necessários para resgatar a confiança da sociedade e do mercado no país" (Foto: Gisele Federicce)


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Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

O novo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Aroldo Cedraz, disse hoje (10), durante discurso de posse, ter convicção da seriedade e do comprometimento da presidenta Dilma Rousseff com a ética. Ressaltou que isso será relevante para o resgate da confiança da sociedade e do mercado em seu governo. Citando o jurista, político e diplomata Ruy Barbosa, Cedraz revelou ter "impresso na alma a convicção de que a justiça cega para um dos lados não é justiça". Salientou que, para ser praticada, cabe a ela "enxergar igual" tanto a direita quanto a esquerda.

Dirigindo-se à presidenta Dilma, presente à cerimônia, Cedraz reiterou a convicção "de sua seriedade e comprometimento com os mais altos valores éticos necessários para resgatar a confiança da sociedade e do mercado no país". Segundo ele, o TCU continuará fazendo "julgamentos técnicos" com objetivo de contribuir para o aperfeioamento da administração pública. "Nosso papel vai além da defesa do erário. Somos indultores do desenvolvimento econômico e garantidores dos ditreitos fundamentais", observou o ministro.

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"Além disso, a burocracia precisa ser desmontada definitivamente", acrescentou. Cedraz destacou a necessidade da transparência das contas públicas ter prosseguimento, já que o objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento da gestão e otimizar os recursos públicos.

"Como dizia o ex-ministro Delfim Netto, o problema brasileiro não é de falta de recursos", completou, enfatizando a importância da "boa gestão" para que o Estado preste bons serviços aos cidadãos.

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