247 – O diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres, declarou nesta terça-feira (11) , em depoimento à CPI da Covid, que não existe “informação de nexo causal” entre as teorias de Jair Bolsonaro (sem partido) sobre haver uma “guerra química”. Na perspectiva do gestor da agência, não há problemas com os medicamentos, insumos ou vacinas de origem chinesa.
A resposta foi dada após um questionamento do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), que citou a fala do presidente Bolsonaro sobre a China. De acordo com Barra Torres, as únicas dificuldades que o Brasil enfrentou com o país oriental foi a demora da entrega do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo).
“De maneira direta ou indireta, China e Índia influenciam um percentual da produção de medicamentos no mundo. Durante o transcurso da pandemia, observamos dificuldades em que o IFA demora a chegar. Temos visto esses problemas pontuais para entrega de IFA para a Coronavac e também para a Astrazeneca. (Mas) Não tenho informação do nexo causal.”, disse ele.
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