247 – A CPI da Covid terá nesta semana uma das oitivas mais aguardadas pelos senadores que integram o colegiado. O líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), será ouvido na quinta-feira (12), após ter sido citado pelo também deputado Luís Miranda como envolvido em irregularidades no Ministério da Saúde em contratos para a compra da vacina indiana Covaxin. Barros nega as acusações.
Na terça-feira (10), primeiro dia da semana com sessão oficial, a CPI deverá tomar o depoimento do coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, apontado como o elo de ligação entre a Davati Medical Supply e o Ministério da Saúde. O militar, que também preside o Instituto Força Brasil, teria intermediado encontros e reuniões entre supostos vendedores da vacina e o agora ex-secretário Executivo da pasta Élcio Franco.
Na quarta (11), os senadores que integram o colegiado ouvirão o presidente da Vitamedic Indústria Farmacêutica, Jailton Batista. A empresa teria sido beneficiada pela venda de medicamentos do chamado “kit Covid”, composto por remédios sem eficácia comprovada no tratamento da doença, cujo uso é estimulado por Jair Bolsonaro.
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