CartaCapital – Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) identificou que o desmatamento na Amazônia cresceu 56,6% sob o governo Bolsonaro. O crescimento se deu entre agosto de 2018 e julho de 2021 quando comparado ao mesmo período de 2015 a 2018.
O crescimento do desmatamento na área, em 2018, tem como consequência as eleições presidenciais naquele ano. De acordo com os pesquisadores, a vitória de Jair Bolsonaro funcionou como ‘estímulo para o avanço da derrubada de florestas, corroborando a relação positiva entre eleições e desmatamento’.
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