247 – O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta quinta-feira (5) ser uma “prioridade” para o Ministério Público Federal (MPF) esclarecer os conflitos entre índios e garimpeiros na Região Norte do País. A comunidade indígena Aracaçá, do povo Yanomami, em Roraima, foi queimada nesta semana. No final de abriol, os nativos denunciaram o estupro e a morte de uma indígena de 12 anos, o desaparecimento de uma criança de três anos em um rio e atuação ilegal de garimpeiros.
“Esclarecer o que realmente aconteceu nesse caso é uma prioridade para o MPF. Todas as providências estão sendo adotadas para que, não apenas os indígenas, mas toda a sociedade receba essas respostas”, disse Aras em nota.
De acordo com o procurador, a investigação sobre o desaparecimento da comunidade também é acompanhado por ele junto com a coordenadora da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (6CCR/MPF), Eliana Torelly.
“Informações referentes aos desdobramentos do caso têm sido repassadas diariamente à 6CCR, que, juntamente com o procurador-geral, atua para, por exemplo, garantir as medidas e os recursos necessários para viabilizar o trabalho de apuração”, destaca a PGR.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:






Participe da discussão