247 – O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), prestou depoimento à Polícia Federal (PF) na terça-feira (19), negando qualquer conhecimento ou envolvimento em um suposto plano para assassinar o presidente Lula (PT), o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. .
Cid foi intimado a depor após a PF recuperar dados apagados de dispositivos eletrônicos ligados ao caso, que indicavam o planejamento do atentado. O conteúdo, descrito como altamente sensível, levantou suspeitas sobre a participação do militar em atividades que vão além do âmbito administrativo de sua função no governo Bolsonaro.
Depoimento de longa duração – Segundo a CNN Brasil, O depoimento de Mauro Cid à PF teve duração de quase três horas, encerrando-se por volta das 18h. Ao sair do prédio, pouco antes das 19h, Cid evitou declarações à imprensa. Segundo relatos obtidos com investigadores, o ex-ajudante reiterou em diversas ocasiões não ter tido ciência de qualquer esquema de atentado contra as autoridades mencionadas.
Fontes ligadas ao caso afirmam que a PF busca determinar se os dados recuperados dos aparelhos têm conexão direta com Cid ou se apenas envolvem terceiros próximos ao militar.
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