América latina

China e Argentina marcam 50º aniversário das relações diplomáticas com lançamento de iniciativas culturais

Os presidentes dos dois países trocaram cartas de felicitações

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(Foto: Reprodução)


Leonardo Sobreira, de Pequim (247) - China e Argentina marcaram o 50º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre as duas nações com a cerimônia de lançamento do programa 'Espelho de Palavras: com o povo como eixo central', nesta quarta-feira, 29. 

Em um fórum de alto nível entre os dois países, que contou com a participação da porta-voz da chancelaria chinesa Hua Chunying, do chanceler argentino, Santiago Cafiero,   do embaixador argentino em Pequim, Sabino Vaca Narvaja, e autoridades de mídia, entre outros, foi iniciada ainda a semana de intercâmbio cultural. 

A peça audiovisual será produzida em conjunto pela agência Télam e pelo China Media Group, e buscará que "ambas as sociedades se conheçam e aprofundar os laços culturais".

Durante seu discurso, Vaca Narvaja leu uma carta enviada pelo presidente Alberto Fernández, na qual o chefe de Estado destacou que "a cultura chinesa é cada vez mais bem-vinda na sociedade argentina". 

Por sua vez, o presidente chinês Xi Jinping, também por meio de uma carta, destacou que "China e Argentina são bons amigos e parceiros que nos últimos 50 anos conseguiram construir uma relação de cooperação exemplar para os mercados emergentes".

O chefe de Estado disse ainda que a iniciativa "pode ​​abrir um novo capítulo" na relação cultural entre as duas nações e, a partir daí, "uma sociedade comunitária pode ser construída".

Separadamente, jornalistas latino-americanos participaram de um encontro com o embaixador Vaca Narvaja na Embaixada argentina, na terça-feira. Na ocasião, ele destacou a importância de intensificar os intercâmbios entre a região e a China. 

"É essencial que nossos países se envolvam na tarefa de conhecer bem a China. Eles têm que ter uma presença aqui. Muitas de nossas nações não se adaptaram ao momento atual do cenário internacional e dão muito mais importância às embaixadas em outros países, considerando a China um lugar de certa forma marginal". Para tal, enfatizou, "a América Latina e o Caribe precisam se fortalecer como região, formando uma aliança com a Ásia."

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