‘A Justiça não se intimida’, diz Cármen Lúcia, após ameaças a Fachin

A presidente do STF Cármen Lúcia afirmou que "A Justiça não se intimida" com tentativas de constrangimentos; a declaração foi dada, um dia após o relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, dizer que a família dele está recebendo ameaças; "A Justiça não se intimida, primeiro porque ela tem um papel constitucional a cumprir do qual ela n subtrair. A prestação da Justiça significa exatamente atender a quem tem direito. O que o juiz ameaçado precisa é de garantia para ter tranquilidade e cumprir as suas funções", disse

A presidente do STF Cármen Lúcia afirmou que "A Justiça não se intimida" com tentativas de constrangimentos; a declaração foi dada, um dia após o relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, dizer que a família dele está recebendo ameaças; "A Justiça não se intimida, primeiro porque ela tem um papel constitucional a cumprir do qual ela n subtrair. A prestação da Justiça significa exatamente atender a quem tem direito. O que o juiz ameaçado precisa é de garantia para ter tranquilidade e cumprir as suas funções", disse
A presidente do STF Cármen Lúcia afirmou que "A Justiça não se intimida" com tentativas de constrangimentos; a declaração foi dada, um dia após o relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, dizer que a família dele está recebendo ameaças; "A Justiça não se intimida, primeiro porque ela tem um papel constitucional a cumprir do qual ela n subtrair. A prestação da Justiça significa exatamente atender a quem tem direito. O que o juiz ameaçado precisa é de garantia para ter tranquilidade e cumprir as suas funções", disse (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia afirmou que "A Justiça não se intimida" com tentativas de constrangimentos. A declaração foi dada ao Estadão, um dia após o relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin, dizer que a família dele está recebendo ameaças.

"A Justiça não se intimida, primeiro porque ela tem um papel constitucional a cumprir do qual ela n subtrair. A prestação da Justiça significa exatamente atender a quem tem direito. O que o juiz ameaçado precisa é de garantia para ter tranquilidade e cumprir as suas funções", disse. "Numa democracia, as pessoas se manifestam. O que não é aceitável é ultrapassar os limites da lei, da legalidade", acrescentou.

A ministra autorizou o aumento do número de agentes para a escolta de Fachin. Pressionada, a Corte julga na próxima quarta-feira (4) o Habeas Corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tenta evitar a prisão, após ser condenado em segunda instância jurídica a 12 anos e 1 mês de prisão no processo do triplex no Guarujá, no dia 24 de janeiro, pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre.

 

 

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