Agenda pró-armas impulsiona registros para caçadores e colecionadores

Com a escalada de um discurso armamentista por parte do governo Jair Bolsonaro, o número de emissões de registros para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs) aumentou 42% entre janeiro e maio deste ano. No primeiro mês, o Exército concedeu 3,8 mil registros para as categorias e, em maio, o número chegou a 5,4 mil

247 - Com a escalada de um discurso armamentista por parte do governo Jair Bolsonaro, o número de emissões de registros para colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs) aumentou 42% entre janeiro e maio deste ano. No primeiro mês, o Exército concedeu 3,8 mil registros para as categorias e, em maio, o número chegou a 5,4 mil. Foram feitos 18,5 mil registros neste período. O número representa 39,4% dos registros concedidos em 2018 e 56,2% dos registros de 2017. Os dados foram publicados pelo jornal O Estado de S.Paulo.

Não foram informados quantos pedidos foram negados neste período. Atualmente, existem quase 900 clubes de tiro em todo o País registrados junto ao Exército e regulados por portarias e instruções técnico-administrativas do Comando Logístico. 

Em maio, Bolsonaro editou um decreto que facilitou o porte de arma e o acesso a munições para os CACs. No fim de junho, ele revogou o texto e outros dois, também sobre armas, e enviou ao Congresso um projeto de lei para tratar de registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição. O relatório resgata a regulação dos CACs.

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