Ajufe condena alarde em julgamento de Lula, mas pede reforço na segurança

residente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, condenou o que chamou de "alarde desnecessário" que estaria sendo feito pelos manifestantes em torno do julgamento do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre (RS); "Está havendo um alarde sobre esse julgamento desnecessário, porque o Brasil é pródigo em recursos. Caso venha a ser confirmada a sentença, haverá possibilidade de recurso para o STJ, o STF e o próprio TRF", afirmou

residente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, condenou o que chamou de "alarde desnecessário" que estaria sendo feito pelos manifestantes em torno do julgamento do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre (RS); "Está havendo um alarde sobre esse julgamento desnecessário, porque o Brasil é pródigo em recursos. Caso venha a ser confirmada a sentença, haverá possibilidade de recurso para o STJ, o STF e o próprio TRF", afirmou
residente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, condenou o que chamou de "alarde desnecessário" que estaria sendo feito pelos manifestantes em torno do julgamento do ex-presidente Lula pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre (RS); "Está havendo um alarde sobre esse julgamento desnecessário, porque o Brasil é pródigo em recursos. Caso venha a ser confirmada a sentença, haverá possibilidade de recurso para o STJ, o STF e o próprio TRF", afirmou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Roberto Veloso, condenou o que chamou de "alarde desnecessário" que estaria sendo feito pelos manifestantes em torno do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre (RS). Apesar disso, ele pediu reforço no policiamento e garantias de segurança para os juízes que participarão do julgamento alegando que eles estariam sofrendo ameaças.

"Está havendo um alarde sobre esse julgamento desnecessário, porque o Brasil é pródigo em recursos. Caso venha a ser confirmada a sentença, haverá possibilidade de recurso para o Superior Tribunal de Justiça (STJ), para o STF e o próprio TRF pode ser um destinatário de recursos. O deferimento da candidatura daquele que está sendo acusado da prática dos crimes será feito pelo Tribunal Superior Eleitoral e esse deferimento só vai ocorrer a partir de agosto. Não precisa desse alarde que se está fazendo agora, há ainda um caminho processual muito grande a ser trilhado. É preciso que a magistratura tenha condições de independência e tranquilidade para proceder o julgamento", afirmou Veloso após uma reunião com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.

Veloso também disse ter manifestado preocupação com a segurança dos magistrados do TRF-4 que, segundo ele, estariam sendo ameaçados pela internet. "São ameaças graves, de deterioração de patrimônio público, ameaça aos magistrados, e essa foi a principal questão que viemos tratar com a presidente do STF", afirmou.

"As ameaças não são frequentes. Esse caso é que está tomando uma proporção que nunca se tomou no Brasil. É um caso de proporções novas e de grandes proporções, que se está querendo com a convocação de militantes, da população para haver uma pressão e até se chegar às vias de fato. Isso é o que não podemos conceber", destacou; "Se nós temos julgamentos em que o que conste não seja a prova dos autos e sim a pressão que se exerce sobre a magistratura, não estamos mais em um Estado democrático de direito, mas um Estado de opressão", completou.

 

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