Celso Amorim: momento atual é o mais perigoso desde a crise dos mísseis

A avaliação do ex-chanceler Celso Amorim foi feita após o ataque dos EUA que matou o general iraniano Qassem Soleimani. "Desde a crise dos mísseis [Cuba] nunca estivemos tão próximos de um conflito armado direto entre dois Estados", diz

(Foto: Editora 247 / Reuters)
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247 - O ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim avalia que o mundo nunca esteve tão perto de um conflito armado direto entre dois Estados (Estados Unidos e Iraque) desde a crise dos mísseis, em Cuba, nos anos 60, com o ataque promovido pelos americanos matando o general iraniano Qassem Soleimani. 

"A crise entre Irã e Estados Unidos foi elevada a enésima potência com o assassinato do general Qasem Soleimani, apontado por muitos como a figura mais importante depois do Líder Supremo", disse o embaixador ao UOL. "Difícil imaginar que não haja reação", destacou, numa referência ao potencial de uma resposta por parte do governo iraniano.

De acordo com o ex-chanceler, "desde a crise dos mísseis [Cuba] nunca estivemos tão próximos de um conflito armado direto entre dois Estados".

Sobre a postura de Jair Bolsonaro, o ex-ministro afirma que, "por tudo o que foi dito e feito até hoje, seria difícil imaginar que a submissão a Washington deixará de prevalecer".

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