Andrade Gutierrez pagará multa de R$ 1 bilhão, a maior da Lava Jato

Até o momento, a maior indenização já paga na Lava Jato era da empreiteira Camargo Corrêa, de R$ 800 milhões; além da multa, a Andrade Gutierrez, cujo presidente, Otávio Azevedo, está preso, fez um acordo para delatar que pagou propina em obras da Copa do Mundo, na Petrobras, na usina nuclear Angra 3, em Belo Monte e na ferrovia Norte-Sul

Até o momento, a maior indenização já paga na Lava Jato era da empreiteira Camargo Corrêa, de R$ 800 milhões; além da multa, a Andrade Gutierrez, cujo presidente, Otávio Azevedo, está preso, fez um acordo para delatar que pagou propina em obras da Copa do Mundo, na Petrobras, na usina nuclear Angra 3, em Belo Monte e na ferrovia Norte-Sul
Até o momento, a maior indenização já paga na Lava Jato era da empreiteira Camargo Corrêa, de R$ 800 milhões; além da multa, a Andrade Gutierrez, cujo presidente, Otávio Azevedo, está preso, fez um acordo para delatar que pagou propina em obras da Copa do Mundo, na Petrobras, na usina nuclear Angra 3, em Belo Monte e na ferrovia Norte-Sul (Foto: Gisele Federicce)

247 – A Andrade Gutierrez aceitou firmar um acordo com a Procuradoria Geral da República e com a força-tarefa da Lava Jato em que pagará uma multa de R$ 1 bilhão, a maior indenização até hoje no âmbito da investigação, e revelará as obras para as quais pagou propina e combinou o resultado de licitações.

Segundo reportagem de Mario Cesar Carvalho e Bela Megale, da Folha de S. Paulo, a empreiteira, cujo presidente, Otávio Azevedo, está preso desde junho, dirá que atuou com irregularidade em obras da Copa do Mundo, na Petrobras, na usina nuclear Angra 3, em Belo Monte e na ferrovia Norte-Sul.

A gigante da construção atuou em reformas de estádios durante a Copa do Mundo, como no Rio, em Porto Alegre, em Brasília e em Manaus, além de ser responsável pelo Comperj, complexo petroquímico da Petrobras no Rio de Janeiro.

Junto com a Odebrecht, a Andrade, segundo maior empreiteira do País, foi acusada de ter pago R$ 632 milhões em propina em contratos com a Petrobras. Com o acordo, a empresa espera ser liberada para firmar acordos com o poder público. A delação será feita por Azevedo e outros dois executivos que estão presos: Élton Negrão de Azevedo Júnior e Flávio Barra.

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