Apontado como operador de Cunha, Funaro quer fazer delação premiada

Economista Lúcio Funaro, apontado como um dos principais operadores do esquema de corrupção que, segundo o Ministério Público Federal, era comandado pelo ex-deputado Eduardo Cunha, sinalizou que pode fechar um acordo de delação premiada; um dos pontos decisivos para a decisão teria sido a prisão da irmã Roberta Funaro no âmbito da Operação Patmos; Funaro está preso desde julho de 2016, pouco após a deflagração da Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato

Economista Lúcio Funaro, apontado como um dos principais operadores do esquema de corrupção que, segundo o Ministério Público Federal, era comandado pelo ex-deputado Eduardo Cunha, sinalizou que pode fechar um acordo de delação premiada; um dos pontos decisivos para a decisão teria sido a prisão da irmã Roberta Funaro no âmbito da Operação Patmos; Funaro está preso desde julho de 2016, pouco após a deflagração da Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato
Economista Lúcio Funaro, apontado como um dos principais operadores do esquema de corrupção que, segundo o Ministério Público Federal, era comandado pelo ex-deputado Eduardo Cunha, sinalizou que pode fechar um acordo de delação premiada; um dos pontos decisivos para a decisão teria sido a prisão da irmã Roberta Funaro no âmbito da Operação Patmos; Funaro está preso desde julho de 2016, pouco após a deflagração da Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato (Foto: Paulo Emílio)

247 - Apontado como um dos principais operadores do esquema de corrupção que, segundo o Ministério Público Federal, era comandado pelo ex-deputado Eduardo Cunha, Lúcio Funaro sinalizou que pode fechar um acordo de delação premiada.

Um dos pontos decisivos para a decisão teria sido a prisão de sua irmã, Roberta Funaro, no âmbito da Operação Patmos. O economista está preso desde julho de 2016, pouco após a deflagração da Operação Sépsis, um desdobramento da Lava Jato.

Funaro é investigado em três operações diferentes da Polícia Federal suspeito de integrar m esquema de corrupção envolvendo recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (Fi-FGTS), operado pela Caixa.

Além da Operação Sépsis, quando foi preso, Funaro é investigado nas operações Cui Bonno e Greenfield. A ligação e os contatos de Funaro a alta cúpula do PMDB é considerada como de extrema importância para um eventual acordo de delação premiada.

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