Após massacre em escolas, neonazista do ES almoçou com os pais e foi a casa de praia

“Os pais sabiam do atentado e chegaram a comentar. Ele se fez de desentendido”, relatou o delegado André Jeretta

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(Foto: Reprodução | Divulgação/PCES)


Agenda do Poder - O adolescente de 16 anos que cometeu um atentado a tiros em duas escolas de Aracruz (ES), na última sexta-feira (25/11), almoçou com os pais após o crime. As informações são do Metrópoles.

Depois de matar três professoras e uma aluna, o atirador foi para casa, devolveu as armas do pai utilizadas no ataque e fingiu que nada tinha acontecido. Além dos quatro mortos, cinco feridos estão hospitalizados; três deles apresentam estado clínico considerado grave.

Após a refeição, a família seguiu para a casa de praia, em Mar Azul. “Os pais sabiam do atentado e chegaram a comentar. Ele se fez de desentendido”, relatou o delegado André Jeretta, em entrevista coletiva na manhã de hoje. Até então, o casal não teria conhecimento da participação do filho nos crimes.

A polícia conseguiu localizar o imóvel e foi até lá. Inicialmente, o adolescente negou o crime, mas acabou confessando, diante dos indícios. Ele disse que planejou o ataque porque sofria bullying, mas a corporação investiga se havia relação com grupos nazistas ou com outras pessoas.

Segundo o delegado, o adolescente relatou que planejava o atentado há cerca de dois anos. Ele se aproveitou de um momento em que os pais faziam compras no supermercado para cometer o crime.

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