Após recusas, Alckmin diz que não é preciso pressa para escolher vice

Para justificar as recusas frequentes que têm recebido, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) disse que não é preciso pressa para escolher o vice; o presidente do DEM, ACM Neto, responsável por dialogar com Alckmin em nome do centrão sobre as possibilidades para vice, afirmou que o novo escolhido não precisa ser, obrigatoriamente, do bloco formado por DEM, PP, PR, SD e PRB, mas pode vir dos outros integrantes da aliança --PSD, PPS, PV e PTB; Alckmin reuniu-se com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, nesta quinta

Após recusas, Alckmin diz que não é preciso pressa para escolher vice
Após recusas, Alckmin diz que não é preciso pressa para escolher vice (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - Para justificar as recusas frequentes que têm recebido, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) disse que não é preciso pressa para escolher o vice. O presidente do DEM, ACM Neto, responsável por dialogar com Alckmin em nome do centrão sobre as possibilidades para vice, afirmou que o novo escolhido não precisa ser, obrigatoriamente, do bloco formado por DEM, PP, PR, SD e PRB, mas pode vir dos outros integrantes da aliança --PSD, PPS, PV e PTB. Alckmin reuniu-se com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, nesta quinta.

"Horas após a oficialização da recusa do empresário Josué Alencar (PR) em ser vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), o presidenciável tucano disse nesta quinta-feira (26) que não é preciso haver correria para escolher um novo nome para ocupar o posto. Alckmin disse que falou com Josué por telefone ainda na noite de quarta-feira (25). Na conversa, o mineiro não foi categórico, mas deu sinais de que não aceitaria ingressar na disputa como vice. A decisão só foi oficializada no final da manhã desta quinta, por carta.

(...)

O tucano terá uma primeira conversa com ACM Neto até esta sexta-feira (27). Além de resolver a própria candidatura, Alckmin tem que mediar, como presidente do PSDB, atritos entre seu partido e as legendas aliadas nos estados. Há incompatibilidades em colégios eleitorais importantes, como Minas Gerais, onde nem Antonio Anastasia (PSDB) nem Rodrigo Pacheco (DEM) querem abrir mão de disputar o governo do estado."

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