Autor de habeas corpus diz querer evitar "injustiças" e "prisão política"

Segundo Mauricio Ramos Thomaz, o habeas corpus que impetrou na Justiça pedindo que o ex-presidente Lula não seja preso foi para evitar "injustiças" e uma possível prisão de Lula por "motivo político"; "Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso", afirmou; a Justiça negou o pedido de habeas corpus

Segundo Mauricio Ramos Thomaz, o habeas corpus que impetrou na Justiça pedindo que o ex-presidente Lula não seja preso foi para evitar "injustiças" e uma possível prisão de Lula por "motivo político"; "Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso", afirmou; a Justiça negou o pedido de habeas corpus
Segundo Mauricio Ramos Thomaz, o habeas corpus que impetrou na Justiça pedindo que o ex-presidente Lula não seja preso foi para evitar "injustiças" e uma possível prisão de Lula por "motivo político"; "Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso", afirmou; a Justiça negou o pedido de habeas corpus (Foto: Paulo Emílio)

247 - Autor do habeas corpus preventivo que pede que o ex-presidente Lula não seja preso, Mauricio Ramos Thomaz, que tem 50 anos e se apresenta como consultor advocatício, diz ter querido evitar "injustiças" e uma possível prisão de Lula por "motivo político".

A Justiça negou o pedido de habeas corpus, que foi impetrado no fim da tarde de ontem no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre (RS).

"Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso", afirmou, segundo reportagem da Folha.

Em nota, o Instituto Lula disse que o ex-presidente não tinha qualquer envolvimento com o documento e que já instruiu advogados para "não reconhecer o pedido" na Justiça.

Thomaz diz ter se encontrado com Lula em uma única vez e também afirma não ser filiado a nenhum partido político. O pedido de habeas corpus preventivo foi enviado ao Tribunal Regional Federal da ª Região (TRF-4) pelos Correios no início da semana.

O autor do habeas corpus também já fez o mesmo em defesa do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e disse que pretende ainda pedir a liberdade do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, presos no decorrer da investigações da Operação Lava Jato.

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