Bernardo Mello Franco: ilusão de investigar tucanos durou 24 horas

O jornalista Bernardo Mello Franco afirma que a ilusão de que a Lava-Jato iria pegar o pré candidato a presidência do PSDB durou apenas 24 horas; o temor de que após a prisão de Lula, a polícia federal iria atrás de outros políticos se dissipou e se transformou em alívio, mediante à blindagem tucana que, ao que parece, tende a se fortalecer ainda mais

O jornalista Bernardo Mello Franco afirma que a ilusão de que a Lava-Jato iria pegar o pré candidato a presidência do PSDB durou apenas 24 horas; o temor de que após a prisão de Lula, a polícia federal iria atrás de outros políticos se dissipou e se transformou em alívio, mediante à blindagem tucana que, ao que parece, tende a se fortalecer ainda mais
O jornalista Bernardo Mello Franco afirma que a ilusão de que a Lava-Jato iria pegar o pré candidato a presidência do PSDB durou apenas 24 horas; o temor de que após a prisão de Lula, a polícia federal iria atrás de outros políticos se dissipou e se transformou em alívio, mediante à blindagem tucana que, ao que parece, tende a se fortalecer ainda mais (Foto: Gustavo Conde)
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247 – O jornalista Bernardo Mello Franco afirma que a ilusão de que a Lava-Jato iria pegar o pré candidato a presidência do PSDB durou apenas 24 horas. O temor de que após a prisão de Lula, a polícia federal iria atrás de outros políticos se dissipou e se transformou em alívio, mediante à blindagem tucana que, ao que parece, tende a se fortalecer ainda mais.

“Durou 24 horas a ilusão de que a Lava-Jato pegaria o presidenciável do PSDB. Depois da prisão de Lula, a operação ensaiou fechar o cerco em torno de Geraldo Alckmin. Ele renunciou ao governo de São Paulo e perdeu o foro privilegiado no Superior Tribunal de Justiça.

Na terça-feira, o braço paulista da Lava-Jato pediu, “com urgência”, que o inquérito contra o tucano fosse encaminhado à primeira instância. Urgência houve, mas não foi exatamente para investigar. Ontem à tarde, a Procuradoria-Geral da República tabelou com o STJ e livrou Alckmin da mira da operação.”

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