Bia Kicis diz que na CCJ vai combater o “ativismo judicial do Supremo” e CPI das Fake News

"Sou contra o ativismo judicial do Supremo", diz Bia Kicis, indicada para presidir a mais importante comissão da Câmara, a CCJ. Ela também vai atuar contra a CPI das Fake News, que é em sua opinião "uma vergonha e foi uma armação"

(Foto: Carolina Antunes/Palácio do Planalto)
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247 - A deputada bolsonarista Bia Kicis, indicada para presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por organizar atos antidemocráticos, anunciou um projeto para acabar o que ela chama de "ativismo judicial".

A deputada já está em ação nesse sentido e já conversou com o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), um dos líderes da bancada evangélica na Câmara, autor de um projeto que inclui na lista dos crimes de responsabilidade a "usurpação de competência do Congresso Nacional" por parte de ministros do Supremo. A proposta está parada na CCJ desde 2016.

Bolsonarista de carteirinha, Bia Kicis conta com o apoio do novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para ser a primeira mulher da história a comandar a CCJ. 

Em entrevista ao Estado de S.Paulo, Kicis afirma que suas prioridades à frente da CCJ devem ser a reforma administrativa, enviada pelo governo à Câmara no ano passado, e pautas caras ao bolsonarismo, como o ensino doméstico e projetos que barrem a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19.

A deputada bolsonarista aforma que é contra o que chama de "ativismo judicial do STF" e sobre sua participação nos atos antidemocráticos do ano passado, que atacavam o Supremo, diz que não é investigada por nenhum crime. 

Bia Kicis ataca também a CPI das Fake News, que segundo ela é "uma vergonha e foi uma armação".

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