Bolsonaro perdeu todas as condições de governar, diz a Comissão Arns

Segundo a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, Jair Bolsonaro "tem manifestado notória falta de preocupação com os brasileiros, com o risco das aglomerações que estimula". "Perdeu todas as condições para o exercício legítimo da Presidência da República, por sua incapacidade, vocação autoritária e pela ameaça que representa à democracia"

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(Foto: Carolina Antunes/PR)


247 - "O momento é grave. É hora de dar um basta ao desgoverno", escrevem representantes da Comissão Arns - a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns. De acordo com o texto, que tem assinatura de José Carlos Dias, presidente da entidade, "assistimos em 2019 ao desmanche de instituições e estruturas de Estado, em nome de alinhamentos ideológicos e guerras culturais".

"A partir de fevereiro último, com a chegada da pandemia em nosso território, ao grande desmanche somaram-se ataques à ordem constitucional, à democracia, ao Estado de Direito. Não podem ser banalizados, muito menos, naturalizados", continuam. O teor do texto foi publicado pelo jornalista Ricardo Noblat em sua coluna de Veja. 

Segundo a nota, Jair Bolsonaro "tem manifestado notória falta de preocupação com os brasileiros, com o risco das aglomerações que estimula, com a volta prematura ao trabalho, com um sistema de saúde que colapsa aos olhos de todos e até com o número de óbitos pela covid-19, que totalizam, hoje, muitos milhares de casos – sobre os quais, aliás, já se permitiu fazer ironias grosseiras e cruéis".

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"Só resta sublinhar o que já ficou evidente: Jair Bolsonaro perdeu todas as condições para o exercício legítimo da Presidência da República, por sua incapacidade, vocação autoritária e pela ameaça que representa à democracia. Ao semear a intranquilidade, a insegurança, a desinformação e, sobretudo, ao colocar em risco a vida dos brasileiros, seu afastamento do cargo se impõe. A Comissão Arns de Defesa dos Direitos Humanos entende que as forças democráticas devem buscar, com urgência, caminhos para que isso se faça dentro do Estado de Direito e em obediência à Constituição".

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