Em plena devastação da floresta amazônica, Bolsonaro desengaveta hidrelédricas para a região

Diante da maior devastação da história da Amazônia e dos olhos perplexos do mundo, Jair Bolsonaro anunciou que vai retomar os projetos de hidrelétricas na região, que foram severamente criticados durante os governos Lula e Dilma. Na lista, estão as hidrelétricas Bem Querer, em Roraima, e Tabajara, em Rondônia.

Foto: Araquém Alcântara
Foto: Araquém Alcântara

247 - Diante da maior devastação da história da Amazônia e dos olhos perplexos do mundo, Jair Bolsonaro anunciou que vai retomar os projetos de hidrelétricas na região, que foram severamente criticados durante os governos Lula e Dilma. Na lista, estão as hidrelétricas Bem Querer, em Roraima, e Tabajara, em Rondônia.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "essas duas usinas são ambições antigas do setor elétrico e já estiveram, durante muitos anos, no plano do governo federal, como os governo dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Não foram para frente, porém, por causa dos fortes impactos ambientais que envolvem, além de envolverem questionamentos ligados a terras indígenas."

A matéria ainda informa que "a usina Bem Querer, que tem potência de 650 megawatts (MW), inundaria uma área de 519 km². Para se ter uma ideia do que isso significa, trata-se de uma área maior que o lago formado pela polêmica usina de Belo Monte, no Pará, que tem potencia de 11.233  MW². O projeto não possui licença ambiental e mexe diretamente com terra indígena."

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