Boulos: casos de Lula e Temer são o retrato de um Judiciário politizado

"Esta semana completam 2 meses da prisão política de Lula. Enquanto ele segue em Curitiba após condenação sem qualquer prova, Temer segue no Palácio com provas de sobra. Punição sem provas e provas sem punição são retrato de um Judiciário politizado", disse o pré-candidato à presidência da República Guilherme Boulos (Psol)

"Esta semana completam 2 meses da prisão política de Lula. Enquanto ele segue em Curitiba após condenação sem qualquer prova, Temer segue no Palácio com provas de sobra. Punição sem provas e provas sem punição são retrato de um Judiciário politizado", disse o pré-candidato à presidência da República Guilherme Boulos (Psol)
"Esta semana completam 2 meses da prisão política de Lula. Enquanto ele segue em Curitiba após condenação sem qualquer prova, Temer segue no Palácio com provas de sobra. Punição sem provas e provas sem punição são retrato de um Judiciário politizado", disse o pré-candidato à presidência da República Guilherme Boulos (Psol) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O pré-candidato à presidência da República Guilherme Boulos (Psol) voltou a manifestar solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra preso em Curitiba (PR), após ter sido condenado no processo do triplex em Guarujá (SP).

"Esta semana completam 2 meses da prisão política de Lula. Enquanto ele segue em Curitiba após condenação sem qualquer prova, Temer segue no Palácio com provas de sobra. Punição sem provas e provas sem punição são retrato de um Judiciário politizado", escreveu no Twitter o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

Lula foi condenado sem provas, depois que o Ministério Público Federal o denunciou em setembro de 2016. Na ocasião, o próprio procurador Henrique Pozzobon admitiu que não havia "prova cabal" de que o ex-presidente era o proprietário do apartamento que, de acordo com a acusação, seria uma espécie de propina da empreiteira OAS. 

Já Michel Temer, o mais impopular ocupante da presidência da República desde a redemocratização, foi denunciado duas vezes no ano passado pelo então procurador-geral a República, Rodrigo Janot - na primeira por corrupção passiva e na segunda por organização criminosa e obstrução judicial. Também corre o risco de sofrer uma terceira denúncia decorrente das investigações da Polícia Federal que apura supostos favorecimentos a empresas do setor portuário, por meio do Decreto dos Portos, em troca de propina. 

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