Boulos e Flávio Dino pedem unidade da juventude para frear retrocessos

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, participaram de debate na 11ª Bienal da UNE, nesta quinta-feira (7), em Salvador; Boulos e Dino foram enfáticos: é preciso ter unidade, coragem e emoção para enfrentar as propostas dos grupos de Bolsonaro, como a reforma da Previdência

Boulos e Flávio Dino pedem unidade da juventude para frear retrocessos
Boulos e Flávio Dino pedem unidade da juventude para frear retrocessos

Rede Brasil Atual - A juventude será a responsável por criar uma oposição unida e corajosa para frear os futuros retrocessos. A constatação deu o tom ao primeiro dia de atividades da 11ª Bienal da União Nacional dos Estudantes (UNE), nesta quinta-feira (7), em Salvador. Especialmente na mesa temática que reuniu estudantes, políticos e especialistas para discutir os 30 anos da Constituição.

Vistos como importantes etapas da reconstrução democrática depois da ditadura, os avanços sociais conquistados na Carta são alvos de duros ataques, iniciados pelo governo de Michel Temer (MDB), que seguem com Jair Bolsonaro (PSL). A resistência a esses ataques ocupou as intervenções do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos. Compunham também a mesa o ex-deputado constituinte e ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Haroldo Lima, a professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Maria Paula Dallari e o jornalista e escritor Emiliano José.

Boulos e Dino foram enfáticos: é preciso ter unidade, coragem e emoção para enfrentar as propostas dos grupos de Bolsonaro. Um dos principais desafios citados foi o enfrentamento à reforma da Previdência, proposta pelo governo.

O governador do Maranhão afirma que o conteúdo da reforma é político, com o argumento oculto de que os pobres não cabem no orçamento federal. "Atentem-se: é o corte de direitos dos quem menos têm. Vocês vão ter aposentadoria após 40 anos de contribuição, ou seja, é um genocídio de vocês e dos mais pobres, que jamais vão se aposentar", alertou, dirigindo-se à juventude.

Confira a íntegra da reportagem no site da Rede Brasil Atual.

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