Boulos ironiza governador do Amazonas: santo é ele, acusado de comprar voto

"Santo é ele, que está sob o risco de perder o mandato no TSE por acusação de compra de votos com dinheiro público na última eleição e de usar a Polícia Militar para intimidar eleitores em seu favor", diz Guilherme Boulos, do MTST, ao comentar a declaração do governador José Melo sobre a ausência de santos entre os mortos do massacre de Manaus; Boulos também criticou o silêncio de Temer

"Santo é ele, que está sob o risco de perder o mandato no TSE por acusação de compra de votos com dinheiro público na última eleição e de usar a Polícia Militar para intimidar eleitores em seu favor", diz Guilherme Boulos, do MTST, ao comentar a declaração do governador José Melo sobre a ausência de santos entre os mortos do massacre de Manaus; Boulos também criticou o silêncio de Temer
"Santo é ele, que está sob o risco de perder o mandato no TSE por acusação de compra de votos com dinheiro público na última eleição e de usar a Polícia Militar para intimidar eleitores em seu favor", diz Guilherme Boulos, do MTST, ao comentar a declaração do governador José Melo sobre a ausência de santos entre os mortos do massacre de Manaus; Boulos também criticou o silêncio de Temer (Foto: Leonardo Attuch)

247 – O líder do MTST, Guilherme Boulos, publicou artigo nesta quinta-feira, em que comenta o massacre de Manaus e as reações das autoridades.

"Tão chocante quanto a chacina foram as reações públicas a ela, com destaque para Michel Temer e José Melo, governador do Amazonas", diz ele.

"O primeiro foi incapaz de dar sequer uma declaração de solidariedade aos familiares das vítimas. O governador, por seu lado, não se contentou com o silêncio e abriu a boca para dizer que entre os mortos 'não havia nenhum santo'. Santo é ele, que está sob o risco de perder o mandato no TSE por acusação de compra de votos com dinheiro público na última eleição e de usar a Polícia Militar para intimidar eleitores em seu favor", afirma.

Segundo Boulos, a chacina de Manaus, lamentavelmente, não é um ponto fora da curva. "Nada teve de imprevisível e é muito provável que tenhamos episódios semelhantes no próximo período. A guerra entre facções é na verdade um subproduto cruel do atual sistema penitenciário, regido pela lógica de encarceramento em massa", afirma.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247