Boulos: ‘que o STF impeça o absurdo de uma prisão após condenação política’

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, prestou solidariedade ao ex-presidente Lula, que tem nesta quinta-feira (21) seu Habeas Corpus em julgamento no STF; "Agora o STF julga o habeas corpus de Lula. Esperamos que faça justiça e impeça o absurdo de uma prisão após condenação política e sem provas", escreveu Boulos no Twitter

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, prestou solidariedade ao ex-presidente Lula, que tem nesta quinta-feira (21) seu Habeas Corpus em julgamento no STF; "Agora o STF julga o habeas corpus de Lula. Esperamos que faça justiça e impeça o absurdo de uma prisão após condenação política e sem provas", escreveu Boulos no Twitter
O pré-candidato à presidência da República pelo Psol e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, prestou solidariedade ao ex-presidente Lula, que tem nesta quinta-feira (21) seu Habeas Corpus em julgamento no STF; "Agora o STF julga o habeas corpus de Lula. Esperamos que faça justiça e impeça o absurdo de uma prisão após condenação política e sem provas", escreveu Boulos no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O pré-candidato à presidência da República pelo Psol e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, prestou solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem nesta quinta-feira (21) seu Habeas Corpus em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Agora o STF julga o habeas corpus de Lula. Esperamos que faça justiça e impeça o absurdo de uma prisão após condenação política e sem provas", escreveu Boulos no Twitter.

O ex-presidente Lula foi condenado sem provas pelo Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4). Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter recebido propina de R$ 3,7 milhões através do apartamento. 

Em janeiro deste ano, a juíza Luciana Correa Torres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal, determinou a penhora dos bens da OAS, numa ação movida por credores e um dos ativos penhorados é o triplex que a Lava Jato atribuiu ao ex-presidente Lula.

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