Boulos: temos que cobrar as dívidas de grandes empresas com a previdência

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que tenta emplacar uma reforma da previdência; "Temos que mexer nos privilégios que a reforma do Temer não mexeu. Cortar os direitos de quem recebe 1 salário mínimo é um crime. Temos que cortar privilégios dos militares, dos políticos e cobrar as dívidas das grandes empresas com a previdência", disse Boulos

O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que tenta emplacar uma reforma da previdência; "Temos que mexer nos privilégios que a reforma do Temer não mexeu. Cortar os direitos de quem recebe 1 salário mínimo é um crime. Temos que cortar privilégios dos militares, dos políticos e cobrar as dívidas das grandes empresas com a previdência", disse Boulos
O pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, voltou a bater duro no governo de Michel Temer, que tenta emplacar uma reforma da previdência; "Temos que mexer nos privilégios que a reforma do Temer não mexeu. Cortar os direitos de quem recebe 1 salário mínimo é um crime. Temos que cortar privilégios dos militares, dos políticos e cobrar as dívidas das grandes empresas com a previdência", disse Boulos (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e pré-candidato à presidência da República pelo Psol, Guilherme Boulos, voltou a bater duro no governo de Michel Teme, que tenta emplacar uma reforma da previdência. 

"Temos que mexer nos privilégios que a reforma do Temer não mexeu. Cortar os direitos de quem recebe 1 salário mínimo é um crime. Temos que cortar privilégios dos militares, dos políticos e cobrar as dívidas das grandes empresas com a previdência", disse Boulos à rádio Super Notícias FM, de Belo Horizonte.

"O empresariado não pode servir para sacrificar os trabalhadores brasileiros. Temos que enfrentar essa lógica. Os bancos são os maiores exemplos disso: o spread bancário brasileiro é um dos maiores do mundo e eles não pagam impostos. Isso não faz o menor sentido", complementou.

Segundo Boulos, "nas eleições de 2018, o candidato que disser que vai governar para todos mas não se comprometer a acabar com os privilégios e as mordomias de determinados setores da sociedade, estará mentindo".

O presidenciável também comentou sobre a segurança. "O atual modelo de segurança pública não é bom nem para própria polícia. E a solução não pode ser mais violência. É preciso unificar a segurança: investir em integração e inteligência. Assim, conseguiremos combater com eficiência o tráfico de armas, por exemplo".

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