Brasil é 2º país que mais acessa o Gettr, rede social trumpista

Rede social de direita foi criada há apenas dois meses por Jason Miller, ex-assessor do ex-presidente dos EUA Donald Trump

(Foto: Reprodução)
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Sputnik - O Brasil já é o segundo mercado do mundo para a Gettr, rede social criada há apenas dois meses por Jason Miller, que foi assessor-chefe de comunicação do ex-presidente Donald Trump, segundo a Folha de São Paulo.

A outra metade do mercado é pulverizada entre diversos países, com o brasileiro em uma confortável segunda posição. Isso se explica, segundo ele, por duas razões:

"Primeiro, o ambiente politicamente carregado do Brasil ajudou, porque as pessoas querem falar de política e atualidades. E também porque no Brasil as pessoas adoram mídias sociais. Pesquisas mostram que passam de três a sete horas por dia em média nelas", afirmou.

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Segundo a mídia, por ser uma rede social de direita, e pelo fato de Miller ter trabalhado com Trump, a plataforma vem sendo chamada de "rede social conservadora". Adicionalmente, a Gettr tenta conquistar novos usuários por ser dizer ser uma rede "sem censura".

"Há dois princípios que podem atrair uma pessoa ao Gettr: se ela apoia a liberdade de expressão e se ela se opõe à cultura do cancelamento. Quero pessoas que são de centro-esquerda, de centro-direita, ou mesmo pessoas que não se importam com política", declarou.

Miller também afirma que pretende expandir a presença da rede social rapidamente nos próximos meses no Brasil, inclusive com a abertura de um escritório da empresa em território brasileiro.

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O crescimento tem sido rápido, e a meta é chegar até o final do ano a dez milhões de usuários no mundo todo.

Em território brasileiro, diversos influenciadores digitais e políticos bolsonaristas estão abrindo contas na Gettr, incluindo Flávio e Eduardo Bolsonaro, filhos do presidente. O próprio Jair Bolsonaro tem uma conta, embora não seja muito ativo por lá, de acordo com a Folha.

Embora a rede social tenha apresentado crescimento no número de usuários em países como Japão, França, Alemanha e Canadá, Miller não tem dúvidas: a medalha de prata, ao menos no futuro próximo, seguirá sendo do Brasil, "ainda mais no ambiente ultrapolarizado que vivemos, e com uma eleição presidencial às portas".

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