Caminhoneiros se dizem traídos por Bolsonaro e articulam greve

Caminhoneiros discutem uma possível paralisação, após o governo Jair Bolsonaro permitir que empresas estrangeiras operem transporte terrestre no Brasil

Bolsonaro e greve dos caminhoneiros em maio de 2018
Bolsonaro e greve dos caminhoneiros em maio de 2018 (Foto: Alan Santos/PR | REUTERS/Leonardo Benassatto)
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247 - Caminhoneiros reclamam que o governo Jair Bolsonaro retirou proteção à categoria ao permitir que empresas estrangeiras operem transporte terrestre no Brasil durante a votação do projeto da chamada BR do Mar. Eles disseram que o texto não avançou nos incentivos tributários para a categoria. A ideia de uma paralisação está sendo discutida. 

O medo dos caminhoneiros é uma eventual concentração de mercado com a entrada de empresas estrangeiras. "Não somos contra o projeto até determinado ponto, mas fomos traídos pelo governo. Ele está deixando de lado quem o apoiou", afirma Wallace Landim, o Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava). O relato foi publicado pela Coluna do Estadão.

Uma greve dos caminhoneiros significa o fracasso do bolsonarismo perante a classe média. É mais um sinal de que a agenda entreguista do governo Bolsonaro não encontra respaldo popular. A dificuldade em elaborar políticas de estímulo ao mercado interno deixa o Brasil como um País pouco atraente para o trabalho e, em consequência, trava a retomada do crescimento econômico.

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