Celso Rocha Barros: nunca fomos tão repulsivos

O sociólogo Celso Rocha Barros afirma que o Brasil experimentou a maior tragédia de sua história com a eleição de Jair Bolsonaro; ele diz: "não há como diminuir o tamanho da catástrofe que aconteceu ao Brasil neste domingo (28). Somos o único país do Ocidente cujo presidente tem como livro de cabeceira as memórias falsificadas do maior torturador da ditadura militar. Somos o único país do Ocidente cujo presidente prefere ter um filho morto a ter um filho gay"

Celso Rocha Barros: nunca fomos tão repulsivos
Celso Rocha Barros: nunca fomos tão repulsivos

247 - O sociólogo Celso Rocha Barros afirma que o Brasil experimentou a maior tragédia de sua história com a eleição de Jair Bolsonaro. Ele diz: "não há como diminuir o tamanho da catástrofe que aconteceu ao Brasil neste domingo (28). Somos o único país do Ocidente cujo presidente tem como livro de cabeceira as memórias falsificadas do maior torturador da ditadura militar. Somos o único país do Ocidente cujo presidente prefere ter um filho morto a ter um filho gay".

Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, Barros destaca que "o vice-presidente do Brasil é um defensor consistente de golpes de Estado. O filho do presidente fala abertamente em fechar o Supremo Tribunal Federal. Animados pelo exemplo de seu líder, juízes censuram universidades, e fanáticos ofendem gays nas ruas".

Ele acrescenta: "nunca descemos tão baixo, nunca fomos tão repulsivos diante do mundo, que assistiu o desenrolar desse desastre com horror. Chegamos no fundo do poço, e ali havia um porão".

Barros segue em tom de lamento indignado: "temos o líder mais extremista de todas as nações democráticas, e precisamos torcer para que a situação continue a ser essa: afinal, talvez não estejamos mais entre as nações democráticas em breve".

 

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