Cerveró envolve empresa de Esteves em propina

Segundo delação do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, os proprietários da rede de postos Derivados do Brasil (DVBR), Carlos Alberto de Oliveira Santiago, o fundador do banco BTG Pactual André Esteves e outros sócios, foram responsáveis pelo pagamento de R$ 10 milhões de propina, relacionada a uma negociação feita em 2010 entre a DVBR e a Petrobras, pelo embandeiramento dos postos com a marca detida pela estatal

Segundo delação do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, os proprietários da rede de postos Derivados do Brasil (DVBR), Carlos Alberto de Oliveira Santiago, o fundador do banco BTG Pactual André Esteves e outros sócios, foram responsáveis pelo pagamento de R$ 10 milhões de propina, relacionada a uma negociação feita em 2010 entre a DVBR e a Petrobras, pelo embandeiramento dos postos com a marca detida pela estatal
Segundo delação do ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró, os proprietários da rede de postos Derivados do Brasil (DVBR), Carlos Alberto de Oliveira Santiago, o fundador do banco BTG Pactual André Esteves e outros sócios, foram responsáveis pelo pagamento de R$ 10 milhões de propina, relacionada a uma negociação feita em 2010 entre a DVBR e a Petrobras, pelo embandeiramento dos postos com a marca detida pela estatal (Foto: Roberta Namour)
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247 - O ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró citou em delação premiada a rede de postos Derivados do Brasil (DVBR) em um suposto caso de propina. Segundo declaração aos investigadores da Lava Jato, ele afirmou que os proprietários da empresa, Carlos Alberto de Oliveira Santiago, o fundador do banco BTG Pactual André Esteves e outros sócios, foram responsáveis pelo pagamento de R$ 10 milhões ao senador Fernando Collor (PTB-AL).

De acordo com reportagem de André Guilherme Vieira e Graziela Valenti, o pagamento estaria relacionado a uma negociação feita em 2010 entre a DVBR e a Petrobras. Na operação, a BR Distribuidora teria pago cerca de R$ 150 milhões à rede pelo embandeiramento dos postos com a marca detida pela estatal.

A afirmação foi feita em depoimento em delação por Cerveró no dia 19 de novembro, em seu termo de colaboração de número 3, prestado à Procuradoria-Geral da República (PGR), em Curitiba. Esteves foi preso em operação da Lava Jato, acusado de tenta atrapalhar as investigações da operação e o acordo de delação do ex-diretor da estatal (leia aqui).

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