CGU negocia leniência com seis empresas da Lava Jato

Em meio às discussões sobre a Medida Provisória 703, que favorece acordos de leniência entre empresas envolvidas em casos de corrupção, tramitam na Controladoria-Geral da União negociações para acordos com seis empresas investigadas na Lava Jato: UTC, Engevix, Galvão Engenharia, OAS, Andrade Gutierrez e Toyo Setal; holandesa SBM offshore deve fechar acordo de leniência até fevereiro com a CGU

Em meio às discussões sobre a Medida Provisória 703, que favorece acordos de leniência entre empresas envolvidas em casos de corrupção, tramitam na Controladoria-Geral da União negociações para acordos com seis empresas investigadas na Lava Jato: UTC, Engevix, Galvão Engenharia, OAS, Andrade Gutierrez e Toyo Setal; holandesa SBM offshore deve fechar acordo de leniência até fevereiro com a CGU
Em meio às discussões sobre a Medida Provisória 703, que favorece acordos de leniência entre empresas envolvidas em casos de corrupção, tramitam na Controladoria-Geral da União negociações para acordos com seis empresas investigadas na Lava Jato: UTC, Engevix, Galvão Engenharia, OAS, Andrade Gutierrez e Toyo Setal; holandesa SBM offshore deve fechar acordo de leniência até fevereiro com a CGU (Foto: Aquiles Lins)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - A Controladoria-Geral da União está negociando acordos de leniência com seis empresas investigadas no âmbito da Operação Lava Jato: UTC Egenharia, Engevix, Galvão Engenharia, OAS, Andrade Gutierrez e Toyo Setal.

Segundo o jornalista Matheus Leitão, as negociações da da UTC Engenharia estão em estágio avançado e a previsão é que seja concluída até o carnaval. A holandesa SBM offshore é mais uma empresa que deve fechar acordo de leniência até fevereiro com a CGU, segundo previsões atuais.

Defendido pelo governo federal como uma medida para evitar mais danos à economia, o acordo de leniência é semelhante à delação premiada, ferramenta bastante utilizada na Operação Lava Jato, mas é firmado com pessoas jurídicas que desejam cooperar com a Justiça.

Esse tipo de acordo exige que a empresa colaboradora confesse a participação nos atos ilícitos, pague pelos prejuízos causados e revele informações para as investigações. Por envolver valores altos e várias instâncias de negociação pode demorar meses.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247