Clube militar: Collor foi afastado por menos

“Estamos acompanhando com preocupação esse desgaste grande não só do Executivo, mas também do Legislativo. Vemos com apreensão como tudo isso vai acabar”, disse o representante da entidade, general Sérgio Costa de Castro; segundo ele, os protestos populares contra a presidente Dilma Rousseff se assemelham ao momento anterior ao golpe de 64; ele cita o caso de corrupção na Petrobras e afirma que o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo “por muito menos”

www.brasil247.com - “Estamos acompanhando com preocupação esse desgaste grande não só do Executivo, mas também do Legislativo. Vemos com apreensão como tudo isso vai acabar”, disse o representante da entidade, general Sérgio Costa de Castro; segundo ele, os protestos populares contra a presidente Dilma Rousseff se assemelham ao momento anterior ao golpe de 64; ele cita o caso de corrupção na Petrobras e afirma que o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo “por muito menos”
“Estamos acompanhando com preocupação esse desgaste grande não só do Executivo, mas também do Legislativo. Vemos com apreensão como tudo isso vai acabar”, disse o representante da entidade, general Sérgio Costa de Castro; segundo ele, os protestos populares contra a presidente Dilma Rousseff se assemelham ao momento anterior ao golpe de 64; ele cita o caso de corrupção na Petrobras e afirma que o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo “por muito menos” (Foto: Roberta Namour)


247 – O Clube Militar se mostra favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em entrevista ao site do Valor, o representante da entidade, general Sérgio Costa de Castro cita o caso de corrupção na Petrobras, que “gera muita insegurança no país” e diz que o ex-presidente Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo “por muito menos”.

“Estamos acompanhando com preocupação esse desgaste grande não só do Executivo, mas também do Legislativo. Vemos com apreensão como tudo isso vai acabar”, afirma.

Segundo ele, os protestos populares contra a presidente Dilma Rousseff se assemelham ao momento anterior ao golpe de 64, mas afastou a possibilidade de intervenção das Forças Armadas, embora ressalte: “Estamos vivendo uma época em que tudo pode acontecer” (leia mais).

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