Condenados no 'mensalão' pedem perdão da pena ao STF

Quatro condenados na Ação Penal 470, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, Romeu Queiroz e Rogério Tolentino, pediram ao Supremo Tribunal Federal o perdão da pena imposta por envolvimento no chamado "mensalão" com base no benefício concedido pelo indulto de Natal assinado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff; presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, deu despacho no final desta quarta-feira, 30, afirmando que não é o caso de analisar o benefício do indulto pela presidência do Tribunal durante o recesso do Judiciário; decisão será do relator da ação, ministro Luis Roberto Barroso

Quatro condenados na Ação Penal 470, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, Romeu Queiroz e Rogério Tolentino, pediram ao Supremo Tribunal Federal o perdão da pena imposta por envolvimento no chamado "mensalão" com base no benefício concedido pelo indulto de Natal assinado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff; presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, deu despacho no final desta quarta-feira, 30, afirmando que não é o caso de analisar o benefício do indulto pela presidência do Tribunal durante o recesso do Judiciário; decisão será do relator da ação, ministro Luis Roberto Barroso
Quatro condenados na Ação Penal 470, Delúbio Soares, João Paulo Cunha, Romeu Queiroz e Rogério Tolentino, pediram ao Supremo Tribunal Federal o perdão da pena imposta por envolvimento no chamado "mensalão" com base no benefício concedido pelo indulto de Natal assinado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff; presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, deu despacho no final desta quarta-feira, 30, afirmando que não é o caso de analisar o benefício do indulto pela presidência do Tribunal durante o recesso do Judiciário; decisão será do relator da ação, ministro Luis Roberto Barroso (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-deputado do PT João Paulo Cunha, o ex-deputado do PTB Romeu Queiroz e o ex-advogado de Marcos Valério, Rogério Tolentino, todos condenados na Ação Penal 470, pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) o perdão da pena imposta por envolvimento no esquema, com base no benefício concedido pelo indulto de Natal assinado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff.

A concessão ou não do pedido de perdão deve ser feita pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator das execuções penais do mensalão na Corte. O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, deu despacho no final desta quarta-feira, 30, no caso de Tolentino, afirmando que não é o caso de analisar o benefício do indulto pela presidência do Tribunal durante o recesso do Judiciário. 

No início deste ano, o ex-deputado do PT José Genoino, condenado no processo do mensalão, teve a pena extinta pelo STF com base no perdão previsto no indulto de natal. O ex-tesoureiro do PL, Jacinto Lamas, também condenado no caso, também já foi beneficiado pelo indulto.

 

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