Controle de munições é ignorado por Temer

Engavetada há três anos e ignorada pelo governo de Michel Temer, uma proposta de controle mais rígido de munições no Brasil poderia ser a diferença entre solucionar ou não crimes como a morte da vereadora Marielle Franco, diz o The Intercept; "a proposta prevê a criação de lotes de munição menores, que permitiriam 'a rastreabilidade individual e não apenas do órgão adquirente'. Com caixas de 50 balas e não de 10 mil, que teriam até o comprador identificado, seria possível rastrear de forma mais eficiente o seu destino", ressalta o texto

O presidente brasileiro Michel Temer fala a jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasília 27/04/2018 REUTERS/Adriano Machado
O presidente brasileiro Michel Temer fala a jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasília 27/04/2018 REUTERS/Adriano Machado (Foto: Paulo Emílio)

247 - Engavetada há três anos e ignorada pelo governo de Michel Temer, uma proposta de controle mais rígido de munições no Brasil poderia ser a diferença entre solucionar ou não crimes como a morte da vereadora Marielle Franco, segundo Eduardo Militão, no site The Intercept. "Em um país em que 122 pessoas são assassinadas por dia vítimas de armas de fogo e em que 96% dos homicídios ficam sem solução, o projeto propõe reduzir o tamanho dos lotes de munição comercializados no Brasil – hoje, só lotes de 10 mil cartuchos e que sejam vendidos para forças policiais possuem alguma identificação. A proposta prevê a criação de lotes de munição menores, que permitiriam 'a rastreabilidade individual e não apenas do órgão adquirente'. Com caixas de 50 balas e não de 10 mil, que teriam até o comprador identificado, seria possível rastrear de forma mais eficiente o seu destino".

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