Corte drástico de verbas já afeta rotina das universidades federais

O corte drástico de verbas feita pelo Ministério da Educação começa a prejudicando a rotina das universidades federais em todo o país. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a maior universidade federal do país e uma das mais inovadoras. Os 67 mil alunos e quatro mil professores estão apreensivos com o futuro.

Estudantes saem de preto neste 7 de setembro e gritam: "cara pintada voltou"
Estudantes saem de preto neste 7 de setembro e gritam: "cara pintada voltou" (Foto: Kboughoff/Cuca da UNE)

247 - O corte drástico de verbas feita pelo Ministério da Educação começa a prejudicando a rotina das universidades federais em todo o país. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é a maior universidade federal do país e uma das mais inovadoras. Os 67 mil alunos e quatro mil professores estão apreensivos com o futuro.

A reportagem do portal G1 destaca que "dos R$ 3,2 bilhões contingenciados do ensino superior no Brasil, R$ 112 milhões foram tirados da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que deu início a um plano de ajuste com várias medidas."

A matéria ainda acrescenta: "entre elas estão a suspensão dos serviços de celular para quem ocupa cargos de representação; de passagens internacionais e diárias nacionais na graduação; da manutenção externa e jardinagem; e o racionamento do uso de veículos."

Os cortes avançam em todas as dimensões do funcinamento da Universidade: "a partir desta segunda-feira (9), dos 150 carros oficiais da UFRJ, apenas um terço vai continuar funcionando. A prioridade é manter serviços essenciais como as ambulâncias dos nove hospitais universitários e o transporte para as pesquisas de campo."

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