Cunha diz que crise econômica eleva a criminalidade

Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a crise econômica repercute diretamente no aumento da criminalidade; "Assistimos a um problema da situação econômica do País. Isso vai gerar aumento dos problemas da segurança pública. Quem perde a condição econômica acaba sendo jogado para a criminalidade", afirmou; segundo ele, a corrida do governo pelo superávit primário resulta em cortes orçamentários para a área de segurança

Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a crise econômica repercute diretamente no aumento da criminalidade; "Assistimos a um problema da situação econômica do País. Isso vai gerar aumento dos problemas da segurança pública. Quem perde a condição econômica acaba sendo jogado para a criminalidade", afirmou; segundo ele, a corrida do governo pelo superávit primário resulta em cortes orçamentários para a área de segurança
Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a crise econômica repercute diretamente no aumento da criminalidade; "Assistimos a um problema da situação econômica do País. Isso vai gerar aumento dos problemas da segurança pública. Quem perde a condição econômica acaba sendo jogado para a criminalidade", afirmou; segundo ele, a corrida do governo pelo superávit primário resulta em cortes orçamentários para a área de segurança (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a crise econômica pela qual o país passa atualmente deverá levar a um aumento da criminalidade. “Assistimos a um problema da situação econômica do País. Isso vai gerar aumento dos problemas da segurança pública. Quem perde a condição econômica acaba sendo jogado para a criminalidade", disse. Ele também afirmou que a corrida do governo pelo superávit primário repercute nos cortes orçamentários para  a área de segurança.

Segundo Cunha, que nesta sexta-feira (25) participou do Fórum de Cidadania e Segurança Pública do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em Goiás, o "tal superávit primário" "é a primeira coisa que a gente tem de combater”.

"Tem pontos que precisam ser debatidos que não parecem ter nada a ver com a segurança pública, mas acabam influenciando nela. Em primeiro lugar, é o tal conceito do tal superávit primário", afirmou.

"Em nome desse tal do superávit, todo dinheiro que entra para o fundo penitenciário acaba sendo colocando para essa finalidade (gerar o superávit primário)", completou em seguida.

 

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