Datafolha tentou induzir respostas contra diretas

O Instituto Datafolha, ligado à Folha de S.Paulo, tentou induzir os brasileiros a responderem que sua preferência para a escolha de um substituto de Michel Temer, em caso de cassação da chapa via TSE, era a eleição indireta, via Congresso Nacional; isso porque a formulação da pergunta deu ênfase ao fato de que, para a realização de eleições diretas, seria necessário alterar a Constituição, enquanto para as indiretas, bastaria 'seguir a Constituição'; o levantamento foi feito há cerca de um mês, entre 26 e 27 de abril; mesmo assim, sabendo que seria preciso mudar a Constituição, 85% defenderam diretas

O Instituto Datafolha, ligado à Folha de S.Paulo, tentou induzir os brasileiros a responderem que sua preferência para a escolha de um substituto de Michel Temer, em caso de cassação da chapa via TSE, era a eleição indireta, via Congresso Nacional; isso porque a formulação da pergunta deu ênfase ao fato de que, para a realização de eleições diretas, seria necessário alterar a Constituição, enquanto para as indiretas, bastaria 'seguir a Constituição'; o levantamento foi feito há cerca de um mês, entre 26 e 27 de abril; mesmo assim, sabendo que seria preciso mudar a Constituição, 85% defenderam diretas
O Instituto Datafolha, ligado à Folha de S.Paulo, tentou induzir os brasileiros a responderem que sua preferência para a escolha de um substituto de Michel Temer, em caso de cassação da chapa via TSE, era a eleição indireta, via Congresso Nacional; isso porque a formulação da pergunta deu ênfase ao fato de que, para a realização de eleições diretas, seria necessário alterar a Constituição, enquanto para as indiretas, bastaria 'seguir a Constituição'; o levantamento foi feito há cerca de um mês, entre 26 e 27 de abril; mesmo assim, sabendo que seria preciso mudar a Constituição, 85% defenderam diretas (Foto: Aquiles Lins)

247 - Na pergunta em que questionou à população se preferia eleições diretas ou indiretas em caso de cassação da chapa Dilma-Temer por meio do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Instituto Datafolha, ligado ao jornal Folha de S.Paulo, tentou induzir uma resposta contra as diretas.

Isso porque a formulação da questão deu ênfase ao fato de que, para a realização de eleições diretas, seria necessário alterar a Constituição, enquanto para as eleições indiretas, ou seja, via Congresso Nacional, bastaria 'seguir a Constituição'.

A pesquisa foi feita há cerca de um mês, entre 26 e 27 de abril. E apesar da pergunta, sabendo que seria preciso mudar a Constituição, 85% dos brasileiros defenderam diretas para a escolha do substituto de Michel Temer.

O jornal da família Frias tem tido sua credibilidade fortemente questionada após ter divulgado uma perícia do áudio de Temer divulgado pela delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS. Isso porque o perito tem formação de corretor de imóveis e usou equipamentos amadores para o trabalho.

A reportagem da Folha foi usada inteiramente como sustentação do discurso de defesa de Temer, que passou a apontar a edição do áudio, e por isso, a invalidação da prova. Confira abaixo a íntegra da pergunta feita pelo Datafolha:

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