DCM: prisão do piloto do Helicoca confirma que tráfico é indústria que não incomoda os chefões

"O piloto Rogério é apenas a ponta visível de uma máquina que se move sem cessar. No andar de baixo, sai um, entra  outro. Já no comando, não visível, a situação é mais estável, e em geral seus integrantes permanecem ocultos", diz o jornalista Joaquim de Carvalho, no DCM. "Rogério foi funcionário da AL-MG até novembro de 2013, indicado pelo então deputado Gustavo Perrella. Na época, foi preso em flagrante, em uma fazenda de Afonso Cláudio, no Espírito Santo"

"O piloto Rogério é apenas a ponta visível de uma máquina que se move sem cessar. No andar de baixo, sai um, entra  outro. Já no comando, não visível, a situação é mais estável, e em geral seus integrantes permanecem ocultos", diz o jornalista Joaquim de Carvalho, no DCM. "Rogério foi funcionário da AL-MG até novembro de 2013, indicado pelo então deputado Gustavo Perrella. Na época, foi preso em flagrante, em uma fazenda de Afonso Cláudio, no Espírito Santo"
"O piloto Rogério é apenas a ponta visível de uma máquina que se move sem cessar. No andar de baixo, sai um, entra  outro. Já no comando, não visível, a situação é mais estável, e em geral seus integrantes permanecem ocultos", diz o jornalista Joaquim de Carvalho, no DCM. "Rogério foi funcionário da AL-MG até novembro de 2013, indicado pelo então deputado Gustavo Perrella. Na época, foi preso em flagrante, em uma fazenda de Afonso Cláudio, no Espírito Santo" (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - "O flagrante do piloto de helicóptero Rogério Almeida Antunes terminou nesta madrugada, em São Bernardo do Campo. Ele foi preso ontem, juntamente com o irmão, Leonardo Almeida Antunes, motorista de Uber, e Luís Paulo Mattar Pereira, no hangar onde estava um helicóptero que pertenceria à organização criminosa PCC", reforça o jornalista Joaquim de Carvalho, no Diario do Centro do Mundo. "A exemplo do que aconteceu quando foi preso em flagrante com 445 quilos de cocaína no helicóptero da família do senador Zezé Perrella, em novembro de 2013, Rogério disse que foi envolvido na história", afirma o blogueiro, acrescentando que o "caso Helicoca teve cinco condenações, a partir das pessoas flagradas com a drogas, mas, ainda hoje, não se sabe a quem pertencia a cocaína".

"Da mesma forma, ontem, com o helicóptero em que havia apenas vestígio de droga, permanece a dúvida sobre como a Polícia Civil de São Paulo chegou até lá. O tráfico internacional é como uma empresa. Tem organização e hierarquia. O piloto Rogério é apenas a ponta visível de uma máquina que se move sem cessar. No andar de baixo, sai um, entra  outro. Já no comando, não visível, a situação é mais estável, e em geral seus integrantes permanecem ocultos", diz Carvalho. "Rogério foi funcionário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais até novembro de 2013, indicado pelo então deputado Gustavo Perrella. Na época, foi preso em flagrante, em uma fazenda de Afonso Cláudio, no Espírito Santo. Na companhia de outro piloto, trazia 445 quilos de pasta-base de cocaína desde o Paraguai".

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