Defesa de Lula entra com pedido de habeas corpus e oitiva de Tacla Duran junto ao STJ

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressou com um recurso ordinário pedido em habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) visando a tomada de depoimento do ex-advogado da empreiteira Odebrecht Rodrigo Tacla Duran; Duran foi ouvido na CPMI da JBS, onde afirmou ter procurado o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, que na época era sócio da esposa de Sérgio Moro, que teria pedido US$ 5 milhões para reduzir o valor da indenização a ser paga por ocasião do fechamento do acordo de delação premiada

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressou com um recurso ordinário pedido em habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) visando a tomada de depoimento do ex-advogado da empreiteira Odebrecht Rodrigo Tacla Duran; Duran foi ouvido na CPMI da JBS, onde afirmou ter procurado o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, que na época era sócio da esposa de Sérgio Moro, que teria pedido US$ 5 milhões para reduzir o valor da indenização a ser paga por ocasião do fechamento do acordo de delação premiada
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressou com um recurso ordinário pedido em habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) visando a tomada de depoimento do ex-advogado da empreiteira Odebrecht Rodrigo Tacla Duran; Duran foi ouvido na CPMI da JBS, onde afirmou ter procurado o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, que na época era sócio da esposa de Sérgio Moro, que teria pedido US$ 5 milhões para reduzir o valor da indenização a ser paga por ocasião do fechamento do acordo de delação premiada (Foto: Paulo Emílio)

247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressou com um recurso ordinário pedido em habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) visando a tomada de depoimento do ex-advogado da empreiteira Odebrecht Rodrigo Tacla Duran.

Duran foi ouvido na CPMI da JBS, onde afirmou ter procurado o também advogado Carlos Zucolotto Júnior, que na época era sócio da esposa de Sérgio Moro, que teria pedido US$ 5 milhões para reduzir o valor da indenização a ser paga por ocasião do fechamento do acordo de delação premiada.

Segundo os advogados, Moro teria se recusado a tomar o depoimento de Duran, além ed ter negado que ele fosse ouvido em quatro ocasiões. Ainda conforme a defesa, Moro teria afirmado que "a palavra de Duran não mereceria credibilidade por se tratar de pessoa acusada do cometimento de crimes".

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