Delator da Camargo: PMDB ordenou propina a Delfim por Belo Monte

Em depoimento à Polícia Federal, o engenheiro Luiz Carlos Martins, delator da Camargo Corrêa, afirmou que o PMDB determinou propina de 10% ao ex-ministro Delfim Netto sobre valor de contratos das obras da Usina de Belo Monte; executivo declarou que pagou R$ 160 mil em quatro parcelas; na semana passada, a PF intimou Delfim Netto para depor e explicar o motivo de ter recebido R$ 240 mil da Odebrecht, que também fez parte do consórcio

Em depoimento à Polícia Federal, o engenheiro Luiz Carlos Martins, delator da Camargo Corrêa, afirmou que o PMDB determinou propina de 10% ao ex-ministro Delfim Netto sobre valor de contratos das obras da Usina de Belo Monte; executivo declarou que pagou R$ 160 mil em quatro parcelas; na semana passada, a PF intimou Delfim Netto para depor e explicar o motivo de ter recebido R$ 240 mil da Odebrecht, que também fez parte do consórcio
Em depoimento à Polícia Federal, o engenheiro Luiz Carlos Martins, delator da Camargo Corrêa, afirmou que o PMDB determinou propina de 10% ao ex-ministro Delfim Netto sobre valor de contratos das obras da Usina de Belo Monte; executivo declarou que pagou R$ 160 mil em quatro parcelas; na semana passada, a PF intimou Delfim Netto para depor e explicar o motivo de ter recebido R$ 240 mil da Odebrecht, que também fez parte do consórcio (Foto: Roberta Namour)

247 - Em depoimento à Polícia Federal, o engenheiro Luiz Carlos Martins, delator da Camargo Corrêa, afirmou que o PMDB determinou propina de 10% ao ex-ministro Delfim Netto sobre valor de contratos das obras da Usina de Belo Monte. O executivo declarou que pagou R$ 160 mil em quatro parcelas.

Em 25 de junho do ano passado, o engenheiro relatou que durante uma reunião, em 2012, o então presidente da Andrade Gutierrez Energia, Flávio Barra, ‘informou que do valor de 1% da propina que deveria ser dividida entre as empresas, ao invés de ser 50% para o PT e 50% para o PMDB, seria na verdade 45% para cada, e 10% seria destinado a Delfim Netto’.

“Todos reclamaram disso, mas Flávio informou que era uma determinação do agente político do PMDB”, declarou o executivo.

Na semana passada, a PF intimou Delfim Netto para depor e explicar o motivo de ter recebido R$ 240 mil da Odebrecht, que também fez parte do Consórcio de Belo Monte. O economista foi citado ainda na delação premiada da empreiteira Andrade Gutierrez pelo suposto recebimento de valores ainda não explicados no empreendimento da Usina de Belo Monte.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

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