Depoimentos contrariam denúncia do MPF, diz defesa de Lula

O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente, afirma em nota que os depoimentos colhidos nesta terça-feira 9 pelo juiz Sergio Moro "mostram que a ideia de construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não guarda qualquer relação com os 8 contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras, como diz a acusação do Ministério Público Federal"; prestaram depoimento hoje o empresário José Carlos Bumlai, o arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz e Mateus Cláudio Baldassari, proprietário do imóvel onde, segundo a acusação, Lula construiria uma sede para o Instituto Lula

O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente, afirma em nota que os depoimentos colhidos nesta terça-feira 9 pelo juiz Sergio Moro "mostram que a ideia de construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não guarda qualquer relação com os 8 contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras, como diz a acusação do Ministério Público Federal"; prestaram depoimento hoje o empresário José Carlos Bumlai, o arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz e Mateus Cláudio Baldassari, proprietário do imóvel onde, segundo a acusação, Lula construiria uma sede para o Instituto Lula
O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente, afirma em nota que os depoimentos colhidos nesta terça-feira 9 pelo juiz Sergio Moro "mostram que a ideia de construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não guarda qualquer relação com os 8 contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras, como diz a acusação do Ministério Público Federal"; prestaram depoimento hoje o empresário José Carlos Bumlai, o arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz e Mateus Cláudio Baldassari, proprietário do imóvel onde, segundo a acusação, Lula construiria uma sede para o Instituto Lula (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente Lula, divulgou uma nota em que afirma que os depoimentos colhidos nesta terça-feira 9 pelo juiz Sergio Moro contrariam tese da denúncia do Ministério Público Federal de que a construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial têm relação com contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras.

De acordo com Zanin, os depoimentos prestados hoje pelo empresário José Carlos Bumlai, o arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz e Mateus Cláudio Baldassari, proprietário do imóvel onde, segundo a acusação, Lula construiria uma sede para o Instituto Lula, "mostram que a ideia de construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não guarda qualquer relação com os 8 contratos" da empreiteira com a estatal, "como diz a acusação do Ministério Público Federal".

Leia a íntegra:

Nota

Os depoimentos colhidos hoje pelo Juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba mostram que a idéia de construção de um memorial para abrigar o acervo presidencial do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não guarda qualquer relação com os 8 contratos firmados entre a Odebrecht e a Petrobras, como diz a acusação do Ministério Público Federal.

Ao depor, o empresário José Carlos Bumlai deixou claro que Lula jamais solicitou qualquer intervenção sua objetivando a aquisição do imóvel da Rua Haberbeck Brandão 178, em São Paulo. Mais ainda, Bumlai informou que lhe foi pedido que não comentasse esse assunto com Lula. O empresário reafirmou o que já havia declarado em depoimento anterior – que o projeto em questão pretendia reproduzir espaço similar ao que já abrigava o acervo do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso.

O arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz, outro depoente, esteve na Rua Haberbeck com a diretoria do Instituto Lula, que lhe pediu a avaliação do local – entre outros que estavam sob análise – para abrigar o Memorial da Democracia. O imóvel não preenchia as condições necessárias, tanto assim que o arquiteto reconheceu ter feito um projeto para sediar o museu em um imóvel no centro de São Paulo, que era objeto de um processo de concessão pela prefeitura, após a aprovação, pela Câmara, de um projeto de lei do então prefeito Gilberto Kassab.

Mateus Cláudio Baldassari, proprietário do imóvel da Haberbeck, disse não conhecer Lula e que o processo de compra e venda em questão não tem qualquer vinculação com a denúncia do MPF e que a transação não apresentou qualquer especificidade que pudesse lhe despertar a atenção – foi tão somente uma transação imobiliária.

Cristiano Zanin Martins

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