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Deputados retomam articulação para criar CPI da Lava Jato e apurar denúncia de desvio de recursos

Rogério Corrêa é um dos que lideram o movimento, que ganhou força depois de reportagem publicada pelo Brasil 247

Rogério Correia e Deltan Dallagnol
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Reportagem de Joaquim de Carvalho, publicada no Brasil 247, levou o deputado Rogério Correa a retomar a coleta de assinaturas para criar a CPI da Lava Jato.

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"Eu vi a matéria, falando de mais esta denúncia da Lava Jato, que caberia uma Comissão Parlamentar de Inquérito, o que é verdade. O problema é conseguir todas as assinaturas. Mas eu tenho esse pedido, que é antigo, de quando começaram as denúncias do Intercept, onde eu pedi para investigar o Sergio Moro e, se você olhar na justificativa, toda a Lava Jato. Tem 75 assinaturas. Eu vou tentar requecê-la", afirmou o deputado.

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Para abrir a CPI, são necessárias 171 assinaturas. Além de Rogério, propuseram a Comissão Parlamentar de Inquérito  Célio Moura (PT-TO), Natália Bonavides (PT-RN) e Paulo Pimenta (PT-RS). 

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A reportagem publicada no 247 revela, com base nas mensagens acessadas pelo hacker Walter Delgatti Neto, que Sergio Moro autorizou o repasse de 4,9 milhões de reais para a aquisição de equipamentos para a PF. Também não há informação sobre mais de meio bilhão de reais que estavam no caixa da Lava Jato sem destinação específica.

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O Ministério Público Federal em Curitiba respondeu que só prestará contas desse dinheiro pelos canais institucionais.

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O dinheiro em poder da Lava Jato é resultado de acordos de delação premiada e leniência. Os recursos pertencem à União ou podem ser destinadas diretamente a supostas vítimas apontadas pelos procuradores da república de Curitiba que trabalhavam, à época, sob a coordenação de Deltan Dallagnol.

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O procurador geral da república, Augusto Aras, declarou no ano passado que a Lava Jato tinha "caixa de segredos" e que era preciso abri-la. Até agora, não foi aberta.

 

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