Dodge nega a Lula acesso às delações de João Santana e Mônica Moura

Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, negou acesso à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às delações premiadas do ex-marqueteiro do PT, João Santana, e sua mulher, Mônica Moura; PGR negou o acesso aos dados alegando que as investigações ainda estão em andamento e que Lula deseja ter acesso aos documentos de forma "indevida e antecipadamente" no inquérito onde a necessidade de sigilo "é evidente"; caso será analisado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin

Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, negou acesso à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às delações premiadas do ex-marqueteiro do PT, João Santana, e sua mulher, Mônica Moura; PGR negou o acesso aos dados alegando que as investigações ainda estão em andamento e que Lula deseja ter acesso aos documentos de forma "indevida e antecipadamente" no inquérito onde a necessidade de sigilo "é evidente"; caso será analisado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin
Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, negou acesso à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva às delações premiadas do ex-marqueteiro do PT, João Santana, e sua mulher, Mônica Moura; PGR negou o acesso aos dados alegando que as investigações ainda estão em andamento e que Lula deseja ter acesso aos documentos de forma "indevida e antecipadamente" no inquérito onde a necessidade de sigilo "é evidente"; caso será analisado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin (Foto: Paulo Emílio)

247 - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, negou acesso à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva as delações premiadas do ex-marqueteiro do PT, João Santana, e sua mulher, Mônica Moura. Os advogados haviam solicitado o acesso integral não apenas aos termos das delações premiadas, mas, também, atos passados, presentes e futuros que estejam documentados.

De acordo com o colunista Lauro Jardim, do Globo, a PGR negou o acesso aos dados alegando que as investigações ainda estão em andamento. Para a a PGR, Lula deseja ter acesso aos documentos de forma "indevida e antecipadamente" no inquérito onde a necessidade de sigilo "é evidente". O caso será analisado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin.

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