Dois dias após condenação de Lula por Hardt, TRF-4 deve anunciar substituto de Moro

Dois dias após a juíza Gabriela Hardt, temporária na 13ª Vara Judicial de Curitiba, condenar o ex-presidente Lula a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do Sítio de Atibaia, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) deve anunciar nesta sexta-feira (8) o nome que substituirá definitivamente o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, no comando dos julgamentos da Operação Lava Jato; Luiz Antônio Bonat, natural da capital paranaense, deve ser anunciado para o cargo

Dois dias após condenação de Lula por Hardt, TRF-4 deve anunciar substituto de Moro
Dois dias após condenação de Lula por Hardt, TRF-4 deve anunciar substituto de Moro
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Dois dias após a juíza Gabriela Hardt, temporária na 13ª Vara Judicial de Curitiba, condenar o ex-presidente Lula a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do Sítio de Atibaia, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) deve anunciar nesta sexta-feira (8) o nome que substituirá definitivamente o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, no comando dos julgamentos da Operação Lava Jato. Luiz Antônio Bonat, natural da capital paranaense, deve ser anunciado para o cargo, de acordo com o critério de tempo de serviço.

À época da nomeação de Sérgio Moro para integrar a equipe de transição de Jair Bolsonaro (PSL), o deputado Paulo Pimenta (PT/RS) denunciou que o juiz estaria fazendo uma manobra para manter Gabriela Hardt em seu lugar.

Pimenta acusou Moro de ter tirado férias para garantir que os processos contra Lula fiquem com Gabriela. "Moro já atua como Ministro da Justiça, mas para garantir a perseguição contra Lula, marcou férias e continua controlando o processo, atuando como juiz e ferindo a Lei da Magistratura", declarou o parlamentar.

Leia a íntegra da matéria no Portal Fórum

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247