Eduardo Bolsonaro está entre os que mais espalharam fake news nas eleições municipais, mostra estudo da FGV

Um dos principais sabotadores da relação entre Brasil e China, o deputado Eduardo Bolsonaro impulsionou informações falsas sobre fraude eleitoral no primeiro turno das eleições municipais de 2020

Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado)
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Sputnik Brasil - Carla Zambelli, Bia Kicis, Daniel Silveira e o blogueiro Oswaldo Eustáquio, citado em inquérito sobre notícias falsas no Supremo Tribunal Federal (STF), também entraram na lista apresentada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

De acordo com informações publicadas hoje (29) no jornal Folha de S.Paulo, blogueiros que já foram citados em inquéritos no STF sobre disseminação de fake news e organização de atos antidemocráticos, além do deputado federal Eduardo Bolsonaro, foram os principais impulsionadores de informações falsas sobre fraude eleitoral no primeiro turno das eleições municipais de 2020.

As informações foram apresentadas em um estudo de monitoramento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da FGV no Twitter.

Oswaldo Eustáquio, blogueiro preso duas vezes por ordem do STF, está no topo da lista. Ele cumpre prisão domiciliar e está proibido de usar as redes. Ao lado dele, parlamentares como Carla Zambelli, Bia Kicis, Filipe Barros e Daniel Silveira integram a lista.

Filho do presidente, Eduardo Bolsonaro também é citado no levantamento da DAPP. O objetivo do estudo é descobrir quem está por trás da criação e divulgação das notícias falsas contra a Justiça Eleitoral.

De acordo com o monitoramento da FGV, cerca de 700 mil postagens sobre fraude do sistema eleitoral foram feitas entre o domingo (15) do primeiro turno na eleição e a última quinta-feira (26). A hashtag mais disseminada foi #votoimpressoja, com mais de 38 mil publicações.

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