Em resposta a Bolsonaro, caminhoneiros decidem parar no dia 29

Representante dos caminhoneiros Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, afirmou nesta quinta-feira, 18, que a categoria pode deflagrar uma nova greve nacional no próximo dia 29 de abril, depois que Jair Bolsonaro traiu os caminhoneiros e permitiu que a Petrobras aumentasse o diesel em R$ 0,10/litro, que varia entre 4,5% e 5,1%; "A maioria dos grupos de caminhoneiros já decidiu pelo dia 29 de abril, tem uns ou outros que acham que é pouco tempo, que devemos esperar ainda, mas a maioria concorda sobre o dia 29 porque chegamos num ponto que não tem mais condições de trabalhar", disse Alves

Em resposta a Bolsonaro, caminhoneiros decidem parar no dia 29
Em resposta a Bolsonaro, caminhoneiros decidem parar no dia 29 (Foto: Fotos: Reuters)

247 - O representante dos caminhoneiros Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco, afirmou nesta quinta-feira, 18, que a categoria pode deflagrar uma nova greve nacional no próximo dia 29 de abril. Medida é uma reação à decisão da Petrobras aumentar o preço do diesel em R$ 0,10/litro, o que implica uma variação mínima de 4,518% e máxima de 5,147%. 

"A maioria dos grupos de caminhoneiros já decidiu pelo dia 29 de abril, tem uns ou outros que acham que é pouco tempo, que devemos esperar ainda, mas a maioria concorda sobre o dia 29 porque chegamos num ponto que não tem mais condições de trabalhar", disse Alves ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Segundo ele, os caminhoneiros decidiram antecipar a paralisação, anteriormente prevista para 21 de maio, em virtude do novo aumento do diesel. "Com esse aumento do óleo diesel não tem mais condição", afirmou. "Os caminhoneiros estão cientes de que, dentro de 14, 15 ou 16 dias vai ter outro aumento do diesel, e esse aumento de R$ 0,10/litro já afetou em R$ 1 mil o lucro mensal, e o frete continua o mesmo."

 

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