Esquerdas deveriam se unir por candidaturas viáveis nas principais cidades, defende Franklin Martins

Para o ex-ministro, as esquerdas espalhadas pelo País precisam garantir candidatos no segundo turno por meio de nomes fortes e viáveis nas eleições municipais. “Se a esquerda ficar fora da disputa do segundo turno nas principais cidades será muito ruim”, disse na TV 247. Assista

Jornalista Franklin Martins
Jornalista Franklin Martins (Foto: Brasil 247)
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247 - Jornalista e ex-ministro da Comunicação Social do governo Lula, Franklin Martins conversou com a TV 247 sobre o cenário político sob o governo Bolsonaro e as eleições municipais de 2020 e defendeu a união de nomes da esquerda em candidaturas fortes e viáveis nas principais cidades do País. Para ele, é importante garantir nomes progressistas no segundo turno nesses locais.

Com este movimento, o ex-ministro acredita que a esquerda pode assumir um protagonismo maior na condução do País por meio das administrações nas cidades. “Tem as eleições, o que se deve fazer? As esquerdas deveriam ter maturidade para em vez de pensar em seu cercadinho cada uma delas, ter um esforço de articulação para produzir candidaturas nas principais cidades que sejam capazes de ir para o segundo turno e fazer a disputa política com a competência que o momento dramático exige. Essa é a questão principal. Se a esquerda ficar fora da disputa política do segundo turno nas principais cidades do País isso será muito ruim para o País. Se elas estiverem presentes haverá uma disputa política de envergadura não apenas sobre as questões locais, mas sobre esse momento dramático que o Brasil está vivendo. É preciso se pensar menos em 2022 e pensar mais no hoje, no agora”.

Franklin Martins disse também que atualmente as forças de oposição fazem política com o fígado, e pediu mais diálogo entre estes setores. “Eu fico um pouco com a sensação de que as principais lideranças estão trabalhando muito com o fígado, fazendo política com o fígado, e não política com a alma e com o cérebro. Vamos ter claro o seguinte: as oposições sofreram uma derrota muito grande, e o País sofreu uma derrota e está pagando por isso. É necessário conversar, é necessário articular, e ao meu ver o centro hoje é a articulação de um programa emergencial para enfrentar a pandemia e a crise econômica decorrente dela e em função disso tocar em frente”.

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