Estadão diz em editorial que Bolsonaro compromete gerações de brasileiros

O jornal, que em 2018 considerou que era muito difícil escolher entre o professor Fernando Haddad e o fascista Jair Bolsonaro, avalia que o governo Bolsonaro degradou o Ministério da Educação e trata a saúde com irracionalidade

Bolsonaro e Weintraub
Bolsonaro e Weintraub (Foto: Reprodução)
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247 - "O governo de Jair Bolsonaro, ao submeter a saúde e a educação do Brasil a seus propósitos deletérios, compromete o futuro de gerações", destaca o editorial do jornal o Estado de S. Paulo deste sábado.

O jornal, que em 2018 considerou que era muito difícil escolher entre o professor Fernando Haddad e o fascista Jair Bolsonaro, avalia que o governo Bolsonaro degradou o Ministério da Educação e trata a saúde com irracionalidade.

"Essas duas áreas, mais do que quaisquer outras, são a essência da construção da cidadania. Um país de doentes e semiletrados jamais alcançará um patamar de desenvolvimento considerado satisfatório", frisou.

Ainda de acordo com o jornal, "Bolsonaro, que vê comunistas em toda a parte, entende que é preciso arruinar o sistema educacional do País porque este, supostamente, está dominado por doutrinadores de esquerda. Por isso escolheu a dedo seus ministros da Educação".

E segue: "Essa irracionalidade militante do bolsonarismo se reflete também na área de saúde. Temos um presidente que afronta a ciência, estimulando comportamento irresponsável dos seus concidadãos em meio a uma pandemia e recomendando o consumo de remédios sem eficácia comprovada, mas com graves efeitos colaterais".

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