Ex-diretor da Petrobras inicia delação premiada

Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa iniciou seus depoimentos para ajudar a polícia a desvendar, com detalhes, um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef; o acordo de delação premiada precisa, ainda, ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República; ele prevê atenuantes para a pena em troca de informações

Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa iniciou seus depoimentos para ajudar a polícia a desvendar, com detalhes, um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef; o acordo de delação premiada precisa, ainda, ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República; ele prevê atenuantes para a pena em troca de informações
Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa iniciou seus depoimentos para ajudar a polícia a desvendar, com detalhes, um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef; o acordo de delação premiada precisa, ainda, ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República; ele prevê atenuantes para a pena em troca de informações (Foto: Valter Lima)

247 - O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa iniciou seus depoimentos para ajudar a polícia a desvendar, com detalhes, um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef. O acordo de delação premiada precisa, ainda, ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal e pela Procuradoria-Geral da República. Ele prevê atenuantes para a pena em troca de informações.

Advogado de Youssef, Figueiredo Bastos diz não saber se o acordo foi efetivado, mas afirma que seu cliente está cercado por "delatores" e que, em algum momento, terá de decidir se também fará ou não a delação.

Na semana passada, Paulo Roberto Costa negociou com a Polícia Federal e o Ministério Público os termos da delação. Desde sexta-feira, ele vem prestando esclarecimentos. Tudo está sendo gravado. Os documentos entregues por ele são lacrados para evitar vazamentos.

O prazo estipulado para ouvi-lo é de 15 a 20 dias, o que é considerado fora do comum pela polícia. Em geral, esse prazo costuma ser menor. A extensão dos depoimentos indica que Costa pode ter muito a dizer.

Deflagrada em 17 de março pela PF, a Operação Lava Jato desmontou um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que movimentou cerca de R$ 10 bilhões. Os suspeitos, segundo a operação, eram responsáveis pela movimentação financeira e pela lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas em diferentes crimes.

 

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